Mobilização do Sindicato levou o problema à Prefeitura e contribuiu para garantir a continuidade do tratamento dos servidores e demais beneficiários
A atuação imediata do SINSERM diante do risco de interrupção dos serviços de hemodiálise trouxe uma importante vitória para os servidores municipais. A Hapvida informou que foi revertido o processo de descredenciamento da Clínica DaVita, responsável pelo atendimento de hemodiálise aos beneficiários do plano em Bauru.
O Sindicato tomou conhecimento de que a clínica encerraria os atendimentos em setembro e, diante da gravidade da situação, acolheu a preocupação dos servidores que dependem do tratamento e acionou imediatamente a Administração Municipal.
Por meio de ofício encaminhado à Secretaria Municipal de Administração, o SINSERM cobrou providências urgentes para assegurar a continuidade dos atendimentos e questionou quais medidas seriam adotadas pela Prefeitura e pela operadora para impedir qualquer interrupção.
A cobrança sindical levou a Administração a notificar formalmente a Hapvida e exigir esclarecimentos sobre a situação. Em resposta, a operadora comunicou a reversão do processo de descredenciamento, mantendo a Clínica DaVita em sua rede.
Segundo a Hapvida, os atendimentos, procedimentos, sessões terapêuticas, acompanhamentos nefrológicos e tratamentos de hemodiálise em andamento serão mantidos sem qualquer interrupção, não havendo necessidade de transferência dos pacientes para outros prestadores.
Para o SINSERM, o resultado demonstra, mais uma vez, a importância de uma entidade sindical presente e atuante. Diante de uma situação que provocou angústia e insegurança entre trabalhadores e familiares, o Sindicato não se omitiu: ouviu os servidores, cobrou o Poder Público e exigiu uma solução.
Saúde não é favor. É direito. E quando se trata de um tratamento indispensável e contínuo como a hemodiálise, qualquer ameaça à assistência exige resposta imediata.
O SINSERM seguirá vigilante na defesa da saúde plena e integral dos servidores públicos municipais e atuará com firmeza sempre que houver ameaça de retirada ou precarização de direitos. Nenhum servidor deve enfrentar sozinho situações que coloquem em risco sua saúde, sua segurança ou seus direitos.